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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

A estrelinha de Tom Hanks

08.09.16 | Maria Juana

Tenho uma confissão a fazer: eu sou fã do Tom Hanks. Sou fã, gosto do senhor, e vejo todos os seus filmes com uma expectativa segura de que vou gostar. Não há nada que possa fazer, é mais forte que eu.

 

Há quem diga que o senhr não acrescenta muito enquanto ator. Que é banal, faz papéis lamechas e cheios de drama, e que é por isso que consegue ganhar prémios e ser chamado para filmes de relevo. Já foram três de Dan Brown (um deles a chegar), uns quantos sobre histórias verídicas, com dramas e muitas reviravoltas. Já o tentámos ver a salvar um soldado no meio da guerra, e a partir de hoje vemo-lo também a tentar aterrar um avião em Milagre no Rio Hudson, de Clint Eastwood.

 

Para mim, o senhor dá uma dimensão maior às histórias. De alguma forma, ele consegue pegar numa personagem, dar-lhe um toque e humor e drama, e ser aquilo que estamos à espera. Não há floreados, nem lágrimas exageradas – há apenas o que tem de ser.

 

 

A verdade é que não sei explicar com grandes argumentos o porquê de gostar tanto do senhor. Não, não assisti a toda a sua filmografia, mas há algo que, inexplicavelmente, me faz adorar cada pedacinho deles.

 

Aliás, dois deles estão na minha lista de favoritos: You’ve Got Mail, com uma encantadora Meg Ryan (que junta o meu fraquinho por histórias de amor improváveis e livros); e Terminal de Aeroporto, sobre o inocente estrangeiro que só quer agradar ao pai, e encontra num aeroporto o amor e amizade.

 

Ambos são de uma altura em que Hanks interpretava cada papel com uma naturalidade tal que parecia feito para ele. Dificilmente conseguíamos dissociar a personagem com o ator. Não que agora não aconteça; no entanto, são-lhe entregues papéis mais maduros e complexos, que forçosamente pedem alguém mais ponderado.

 

 

Eu gosto especialmente do Tom Hanks de Filadelfia, das suas primeiras comédias, e do jovem descontraído. Gosto do Hanks que desfilava estilo, ou que ficava sozinho em ilhas com uma bola de vólei. E até gosto do Hanks que tenta salvar barcos de piratas na Somália.

 

Mas quem é que eu quero enganar? Eu gosto de Tom Hanks em qualquer papel. Continuo a ter na memoria a sua elegância, e continuo a ter um fraquinho pelo senhor.

 

Como sempre desde que vi Filadélfia (um dos mais poderosos trabalhos do senhor, e um dos meus prediletos), vou assistir a Milagre do Rio Hudson em parte para ver mais um dos seus trabalhos. Para os que não sabem, a história é a de Chesley Sullenberg, o piloto que conseguiu aterrar um avião em pleno rio Hudson, em Nova Iorque, e salvar todos os seus ocupantes.

 

 

Além de marcar o regresso de Tom Hanks, marca também a volta de Clint Eastwood à cadeira de realizador, depois de Sniper Americano, em 2014. Tenho medo de esperar demasiado e, depois, so encontrar mais um filme sobre uma história verídica. Será que me vou enganar?

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