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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Eight Days a Week: fomos nós quem destruiu os Beatles

08.12.16 | Maria Juana

Não existe banda na história da música que consiga rivalizar com os Beatles. E não estou a falar da sua música - falo mesmo do fenómeno, dos milhões de fãs, e das milhares de raparigas que gritavam e puxavam os cabelos para conseguirem ver os quatro magníficos. 

 

Na década de 1960, não havia redes sociais, nem Youtube, nem nada que o valha. Os Beatles davam a conhecer a sua música através da rádio, e fazendo aquilo que mais gostavam: tocar ao vivo.

 

Podem dizer que hoje temos acampamentos às portas das salas de espetáculos, e miúdas que choram porque o Justin Bieber vai cantar. Mas com os Beatles, não era um fenómeno geracional - era mundial!

 

De certa forma, acho que é isso mesmo que o documentário Eight Days a Week, de Ron Howard, quer mostrar: a loucura que os quatro jovens de Liverpool desencadearam entre 1963 e 1969, ao longo de mais de 200 espetáculos, e discos que ficaram durante semanas nos primeiros lugares do top. 

 

 

E ainda nos ajuda a perceber o que faz dos Beatles uma das maiores (se não mesmo a maior) bandas de sempre, que inspira gerações até aos dias de hoje. 

 

O The Guardian relembra que este é o primeiro filme sobre a banda autorizada pelos antigos membros e as suas famílias desde 1970, data em que se separaram. Não deve ter sido fácil escolher qual o material que ia dar vida ao filme, sobretudo porque existem com certeza milhares de fontes, imagens e gravações de entre as que podiam ser escolhidas. 

 

Mas Howard foi inteligente naquilo que fez: seguindo a ordem cronológica dos acontecimentos, mostra-nos os momentos mais intensos e importantes da história da banda, desde os pequenos concertos em Liverpool e Hamburgo, até aos estádios esgotados. Como pano de fundo tem fotografias, gravações e vídeos em que o importante é a música, e a energia que os quatro rapazes emanavam em palco.

 

Não é fácil conseguir um documentário interessante, sobretudo quando temos de perceber como equilibrar o slide de fotos, com momentos dinâmicos que não nos façam pensar que estamos a assistir a uma apresentação de Power Point. No entanto, talvez porque seja sobre os Beatles, é precisamente isso que queremos ver: as suas imagens, a sua alegria, e a sua paixão.

 

 

Isso, e a ouvir as suas palavras. Todo o filme é contado sobre a perspetiva de quem viveu; isto não são historiadores ou jornalistas que leram muito sobre o que aconteceu. A história é feita por quem sabe, sejam atores ou artistas consagrados (como Whoopi Goldeberg e Sigourney Weaver, que na primeira pessoa assistiram a concertos, ou artistas como Elvis Costello). 

 

São os próprios Beatles que nos contam como foi a jornada. Paul McCartney e Ringo Starr praticamente narram o filme, com a ajuda de algumas entrevistas a George Harrisson e John Lennon. Eles dizem-nos o que corria bem, o que sentiam, e o que acabou por ditar o fim das atuações ao vivo da banda, no final de 1966. 

 

Sendo esta uma narração sobre os anos de tourné, tudo desencadeia aí. Depois de assistirmos à loucura, aos berros e aos cabelos despenteados, percebemos porque é que tudo terminou: a culpa foi nossa. Deixámos que o fenómeno em volta da banda fosse mais importante do que a sua música, e o que eles sempre quiseram foi fazer música, e tocá-la para quem queria ouvir. Mas ninguém ouvia; só berravam, esguinchavam, e maltratavam os tímpanos de quem estava à sua volta. 

 

O filme quase que nos dirige para o momento em que os Beatles se retiram dos palcos e regressam ao estúdio, para aí ficarem. Vemos uma história de crescimento e maturidade, não só musical (já que os álbuns mais experimentais chegaram precisamente quando a criação era a sua principal preocupação), mas também pessoal. O grupo alegre transforma-se em recluso do som, quase eremitas que dificilmente são vistos na rua, e raramente juntos. 

 

 

Porquê? Porque tudo parecia artificial.

 

1967 marcou o primeiro ano fora dos palcos depois da loucura dos anos anteriores. Também marcou o lançamento do primeiro álbum que comprei dos Beatles, e um dos meus preferidos: Sgt Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Para a revista Rolling Stone, é o melhor album de sempre. É uma viragem, de som e de carreira; é o fim de uma era, e o começo de outra. 

 

Só dois anos depois é que os Beatles voltariam a tocar ao vivo, pela última vez. Foi em janeiro de 1969, num telhado de Londres. Foi assim que acabou a sua carreira ao vivo, e é assim que acaba Eight Days a Week. A cronologia chega ao fim, como chegam ao fim os anos de loucura. E o melhor deste filme é que nos faz perceber todas as motivações, medos e cansaços que nos fizeram, de alguma forma, perder uma das nossas bandas de eleição.

 

É inegável que o legados dos Beatles tem inspirado milhares de artistas em todo o mundo. Eles foram de banda rock popular, a músicos completos que nos deixaram canções de génio. Na sua simplicidade, conseguiram fazer mais do que muitos que estão anos a preparar melodias e letras, que depois não têm sucesso. 

 

Enquanto escrevia este texto, ouvia o álbum ao vivo no Hollywood Bowl, lançado juntamente com o filme. Acho que não é da qualidade do som; existe mesmo uma alma e uma pureza diferentes em cada acorde tocado. 

 

Estes quatro rapazes tinham um dom, e juntos deixaram uma marca no mundo. Obrigada.

 

Às datas que marcam o Cinema… e os nossos dias

07.12.16 | Maria Juana

Era 2 de dezembro de 1941. Depois de chegar a Casablanca, em Marrocos, Ilsa Lund entra num café da cidade. Chama-se Rick’s Café Américain, e nele reencontra o seu grande amor, o norte-americano Rick. 

 

Casablanca é um dos filmes mais simples e bonitos que este tempo nos permitiu ver. Uma simples história de amores interrompidos, de lutas numa guerra injusta, de reencontros e separações… Tudo contado ao som da música, e daquela voz grave e misteriosa de Humphrey Bogart.

 

Bogart e Ingrid Bergman são os protagonistas de uma daquelas datas no cinema que deixam uma marca, não só na sua história, mas também nas nossas vidas. O dia 2 de dezembro pode ser apenas mais um dia, a não ser para aqueles que ainda suspiram pelo seu amor, e todos os anos precisam rever o seu reencontro neste dia especial. 

 

 

Há quem assim seja. Eu confesso que existem dias e datas em que gosto de rever alguns dos meus filmes prediletos, seja porque foi a primeira vez em que assisti às suas histórias, seja porque as suas datas são importantes. Por exemplo, ver Harry Potter e a Pedra Filosofal a 31 de julho (o aniversário do próprio Harry e da autora J.K. Rowling) é um ritual. 

 

Por aqui, gosto de usar estas datas especiais para relembrar e escrever sobre alguns dos filmes ou personagens que mais marcaram o meu percurso, ou a minha paixão pelo Cinema.

 

Casablanca é um desses exemplos. Não apenas porque é uma belíssima história de amor (e eu tenho um pequeno grande fraquinho por histórias de amor), mas principalmente porque me mostrou como, às vezes, as histórias e os filmes mais simples, são muitas vezes aqueles que têm mais para nos mostrar. 

 

O mesmo acontece com Eduardo Mãos de Tesoura. Foi a 6 de dezembro de 1990 que estreou em Los Angeles, nos Estados Unidos. Apesar de só em maio ter chegado a Portugal (e de eu ainda nem sequer existir na altura), foi naquele dia que a obra de Tim Burton viu a luz do dia pela primeira vez. 

 

 

Pela primeira vez, a inocência de Edward inundou a vida de alguém. Alguém viu a sua natureza, e a bondade de outros, e pensou na sua própria vida; olhou para si, e pensou se podia fazer algo mais para fazer outro feliz. 

 

São datas que ficam para a História, mas sobretudo, que fazem a nossa história. Mesmo se não soubermos quando é que os filmes foram lançados, ou qual o verdadeiro dia em que duas personagens se conhecem, esse momento mudou um pouco daquilo que somos, e daquilo que gostamos de ver num filme. 

 

Estas datas definem a minha paixão. Algumas delas, mudaram quem sou hoje, porque me ensinaram alguma coisa nova; sou diferente graças às mensagens que me foram transmitidas.

 

São boas datas. Quais são as vossas?

Ben-Hur vs Ben-Hur: o que mudou em 57 anos

06.12.16 | Maria Juana

Com esta vontade de criar novas versões de filmes que antes eram clássicos, muitas vezes esquecemo-nos o que é que fazia dos primeiros filmes... bem, clássicos. Os epítetos ganham-se por um motivo, e no caso de Ben-Hur, de 1959, o motivo era certo: era épico!

 

Tudo isto sem tecnologia. Se era um exército com 100 pessoas, as 100 pessoas tinham de estar presentes – ou pelo menos, um número próximo para que os bonecos passassem despercebidos. Tudo parece maior, mais grandioso... É um pouco complicado medir, pelo menos para mim.

 

O que sei é que, 57 anos depois, alguém achou que podia fazer uma nova versão de um filme galardoado com 11 Óscares da Academia.

 

Por isso, se quiserem conhecer a história de Ben-Hur mas não sabem qual dos filmes escolher, comparamos alguns pontos entre ambos. Qual será a conclusão?

 

 

A história

Judah Ben-Hur é um príncipe judeu, nascido e criado em Jerusalém, numa altura em que a cidade era ocupada pelos romanos. Foi criado como irmão de Messala, um jovem romano que, já adulto, se vê ao comando de uma das legiões que controlam Jerusalém. Quando Ben-Hur é injustamente acusado de traição pelo irmão de criação e tornado escravo, jura vingança por si e pela sua família.

 

Esta é a história que dá o mote a ambos os filmes. Aqui, não há muito por onde fugir. Bem como a abordagem bíblica, já que é um filme que conta, em parte, como é que a história de Jesus Cristo influenciou os judeus naquele tempo.

 

Claro que com algumas diferenças. A verdade é que ambos os filmes contam-nos diferentes aspetos da relação entre Judah e Messala, mas nada que seja significativo quando optamos por um ou outro. São apenas diferentes.

 

O tempo

A forma como a história é abordada também é influenciada por uma coisa: a duração do filme. Se o primeiro tem cerca de quatro horas, o filme de 2016 nem chega a durar duas; já ninguém tem paciência para filmes de quatro horas nos dias que correm.

 

Isso vai forçosamente influenciar a forma como a história é abordada. Existe mais detalhe e atenção no clássico de 59, e mais tempo para assimilar tudo o que acontece. Muito mais tempo...

 

 

O visual

É natural que o sentido estético tenha mudado em 57 anos. Nos anos 50, tudo era mais grandioso. Sem tecnologia, os cenários eram pintados, quase próximos do teatro; as personagens são mais dramáticas, com vozes demasiado projetadas e movimentos exagerados. As músicas eram épicas, acompanhando os sentimentos e ações, e a forma de filmar muito característica.

 

A própria forma como os eventos eram relatados seguia uma linha muito correta, sem hipótese de desvios.

 

O que não acontece nos dias de hoje. Há inovações, diferentes formas de filmar e dirigir um filme. Adoro que assim seja, mas não neste caso. O realizador Timur Bekmambetov quis criar uma abordagem tão diferente que tornou o filme confuso, demasiado rápido, e quase a parecer uma telenovela de duas horas. Não são bonitos os ângulos, nem são bonitos os cortes e paralaxes que apenas retiram um seguimento à história. 

 

Os atores

Como já falámos, em epopeias antigas, os atores eram dramáticos, com movimentos exagerados e vozes muito elevadas. De lembrar que, na altura, ainda havia muita influência do cinema mudo, em que os movimentos nos permitiam perceber parte da história. Durante largos anos, muitos atores continuaram a manter certos hábitos anteriores.

 

Apesar de o Ben-Hur de 59 já se distanciar um pouco desses tempos, é impossível fazer um certo paralelismo. Mas deixamos passar, porque a história pede drama, pede força e muitas veias a saltar.

 

 

O mesmo não acontece atualmente. Os atores são mais contidos, e preferem utilizar a sua expressão facial e corporal para transmitir sentimentos. Bem, se aqui os houvesse. Os atores pareceram-me algo sensaborões, salvo raras exceções. Salve-se Morgan Freeman, que nunca faz nada errado.

 

A mensagem

Ben-Hur é uma história bíblica, sobre redenção e o ultrapassar a sede de vingança. É sobre fé, e sobre acreditar em algo mais para sermos superiores aos que nos rebaixam. É muito religioso, e mantem sempre o paralelismo com a Bíblia e a história de Cristo e a sua palavra.

 

Apesar de ser a vingança o principal mote de Judah, rapidamente percebemos que há algo mais. No filme de 59, isso está muito patente, e é a sua principal mensagem.

 

Não é que no filme de 2016 o mesmo não aconteça. No entanto, a ação é mais rápida, de tal forma que não percebemos bem o que faz Judah mudar de perspetiva. A mensagem parece não ter o mesmo o mesmo peso e importância.

 

Não é errado, ou pior por isso; é apenas diferente.

 

Conclusão:

Sim, é verdade que me custou suportar as três horas e meia do Ben-Hur original; é um clássico longo, repleto de cenas que não são assim tão importantes. Mas quando vemos o resultado final, tudo faz sentido - tanto que, ao ver a nova versão, algo faltava.

 

20 minutos depois de começar a ver a versão de 2016, já não o suportava. O efeito novelesco, os cortes na história (que lhe retiram força e a perceção da mensagem), os atores que querem parecer mais do que oferecem, a banda-sonora de filme de televisão... Não fazem justiça à versão original. Parece um daqueles filmes fraquinhos que passam na Páscoa e no Natal sobre a vida Cristo, que todos veem mas ninguém gosta.

 

 

Mas deixo ao vosso critério. Se querem conhecer a história de Ben-Hur, mas não querem estar tantas horas em frente à televisão, tudo bem, vejam o filme de 2016; ficam a conhecer o básico, e um pouco da história que apaixonou tanta gente.

 

Se por outro lado querem ter noção da verdadeira essência de Ben-Hur, e compreender porque foi tão adorado no seu tempo (e continua a ser um exemplo clássico), não façam planos e assistam ao original. Demora o seu tempo, mas a experiência vale a pena por ser tão intensa e diferente do que hoje temos.

TRAILER DA SEMANA: A Múmia, agora com Tom Cruise

05.12.16 | Maria Juana

Lembram-se quando, algures num dezembro de 2015, tentei não acreditar que is existir mesmo um novo filme de A Múmia?. Eu lutei contra a ideia, mesmo quando tudo foi confirmado - até a participação de Tom Cruise. 

 

Mas eis que o meu ceticismo encontra um adversário à altura: o primeiro trailer de A Múmia, só que desta vez com Tom Cruise aos comandos. 

 

 

 

Além de vermos Cruise a correr por todo o lado (um hábito que tem adquirido ao longo dos anos), temos um vislumbre da nova múmia, agora interpretada por Sofia Boutella. Boutella é Ahmanet, uma deusa egípcia que é libertada nos dias de hoje, e claro, parece querer governar sobre todos nós.

 

Quem é a única pessoa que pode impedi-la? Sim, adivinharam: o soldado Nick Morton, a personagem de Tom Cruise que vai trazer a este A Múmia um ar de Missão Impossível, só que com mortos que voltam à vida. Ao seu lado tem Russel Crowe no papel de Dr. Jekyll, o especialista que com certeza vai contar a Morton tudo o que precisa saber sobre deuses egípcios.

 

Parece que estou a ser muito pessimista, não é? Até pode ser verdade, mas não consigo estar minimamente entusiasmada com este reboot. Sou uma grande fã dos primeiros dois filmes, protagonizados por Brendan Fraser e Rachel Weisz. Têm uma aura de mistério neles, e respiram o ambiente egípcio que nos fez sonhar com múmias, deuses e a possibilidade de todos nós sermos historiadores e exploradores que conseguem salvar o mundo. 

 

Apesar de terem destruído essa aura em 2008, com o lançamento de A Múmia - O Túmulo do Imperador Dragão, não deixa de ser uma das sagas pelas quais tenho mais carinho. 

 

Tom Cruise e Annabelle Wallis no set do novo filme. 

 

Não digo com isto que esta nova versão não consiga trazer de volta aquilo de que tanto gostámos no primeiro filme. Bem, pelo menos voltamos ao Egito, e gosto de qualquer adição de carisma que Crowe consegue trazer aos filmes.

 

Mas o facto de ter Tom Cruise e Christopher McQuerrie na equipa (aqui como coargumentista, depois de ter realizado o último Missão Impossível e Jack Reacher) faz com que sinta que este vai ser mais um daqueles filmes de espiões, em que andam a correr por todo o lado para salvarem o mundo. A diferença é que os terroristas múmias. 

 

Fico feliz ao menos pelos efeitos especiais. Parecem muito mais “realistas” do que aqueles usados em 1999… Também, não é preciso muito. 

 

A estreia de A Múmia está marcada para junho de 2017 - o típico blockbuster de verão que quer tentar tirar as pessoas da praia. Terá sucesso?

Prendas de Natal para os aficionados de Cinema

03.12.16 | Maria Juana

Chegou aquela altura do ano… O tempo começa a passar, e quando damos por nós já estamos a 23 de dezembro e ainda nos falta comprar as prendas de Natal de praticamente toda a gente!

 

Se forem como eu, isto é um cenário que todos os anos se repete. Apesar de adorar dar prendas a quem mais gosto, não tenho jeito nenhum para escolher presentes; tenho sempre receio que não gostem, ou que seja demasiado exagerado, ou que a minha interpretação da pessoa não seja a correta (mesmo que a conheça melhor do que a mim mesma).

 

Porque gosto de dar presentes que de facto me façam lembrar alguém. Acho que esses são os melhores.

 

Por isso, para que não vos aconteça o mesmo que a mim, deixo-vos algumas ideias para presentear os vossos amigos e familiares fãs de Cinema. São pequenas lembranças ou investimentos, que definitivamente vão deixar com um sorriso na cara.

 

Uma indireta para os familiares que me seguem? Ora essa, que ideia!

 

Uma caixa de colecionador do seu filme predileto

 

 

Esta é simples: basta ir a uma loja especializada (que é como quem diz, que venda DVD), e de certeza que vão encontrar uma edição de colecionador de vários filmes. Existem caixas repletas de extras e edições alternativas que qualquer geek que se preze vai querer ter.

 

Eu ando a namorar a edição do 30º aniversário da trilogia Regresso ao Futuro. Tem um documentário sobre a produção, uma curta-metragem exclusiva com o Doc, um livro sobre o filme, entrevistas e cenas cortadas, a uma data de informação que vale a pena ter, só porque sim.

 

Vans do Toy Story

 

 

Não estamos a falar só de uns ténis com desenhos alusivos ao Toy Story - isso até podemos fazer em casa. Esta edição especial lançada este ano pela Vans capta tudo o que os filmes nos trouxeram, inclusive uma sola em que está escrito Andy (igual à dos seus brinquedos).

 

E não digam que são foleiros, ou que ninguém os ia usar na rua. O vosso amigo de certeza que vai usá-los!

 

 

Baralho de cartas Cult Movie Cards

 

 

Se os vossos amigos são fãs de Cinema, e gostam de jogar uma cartada de vez em quando, podem com certeza usar este baralho. Em vez das habituais figuras, tem personagens irónicas do mundo o Cinema.

 

E se não se lembram das regras da Bisca, podem sempre descobrir quem consegue adivinhar o máximo de personagens!

 

 

Livro 1001 Movies You Must See Before You Die

 

 

Às vezes, só precisamos de um guia para nos guiarmos. Existem vários livros sobre Cinema, que os mais ávidos de conhecimento vão querer ler. No entanto, deixo aquele que pode ser útil para os que adoram ver filmes, e não apenas ler sobre eles.

 

Este é o guia mais recente, que junta os filmes mais elogiados pela crítica até ao ano de 2016. Inclui clássicos como E Tudo o Vento Levou, ou The Revenant - O Renascido, como podem ver pela imagem.

 

Fica sempre bem ter na prateleira.

 

Um FunkoPop

 

 

Estão na moda, e agora todos parecem coleciona-los. Isso não faz com que deixem de ser giros!

 

São pequenos bonecos que abanam a cabeça e retratam algumas das personagens mais conhecidas do Cinema. algumas lojas (incluindo em Portugal) especializam-se na sua venda, mas o comum mortal pode apenas ir à Fnac e encontra uns quantos.

 

Basta encontrarem o boneco da personagem preferida da pessoa em questão, e têm uma prenda vencedora - isto se gostar de bonecos fofinhos.

 

 

Moleskine Film Journal

 

 

Este é para quem, como eu, gosta de ver um filme e escrever sobre ele para mais tarde recordar - é como o nosso próprio guia, de filmes que temos de ver, rever e continuar a ver.

 

E dizem, “Ah e tal, podem escolher um cadernos qualquer e fazê-lo.” Sim, claro, mas aqui temos a tarefa facilitada. O caderno está dividido por ordem alfabética, para sabermos sempre onde está o filme de que estamos à procura. Temos locais próprios para identificar o realizador e equipa do filme, e para as nossas notas.

 

Uma forma de sabermos sempre o que cada filme nos fez sentir.

 

 

Mapa de Filmes

 

 

Terminamos este pequeno guia com uma peça de decoração que com certeza vai fazer delirar os fãs que gostam de acreditar que aquilo que veem nos filmes é mesmo real: um mapa que inclui algumas das ruas e locais mais famosos do Cinema.

 

Diz o fabricante que é inspirado nos antigos mapas de Los Angeles, mas inclui ruas como Elm Street, um Parque Jurássico onde existe um Labirinto do Fauno, a Shutter Island e até uma Diagon Alley!

 

Cada distrito tem um tema, e cada tema clássicos de que todos nos lembramos.

 

Alguém precisa de redecorar a sala?

 

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