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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Olá Leonardo, este é o Óscar

09.12.15 | Maria Juana

A internet ficou louca: a esperança existe, e está por todo o lado!

 

Podíamos estar a falar de tantas coisas relacionadas com aumento de emprego, de ordenados, tanta coisa que melhoraria as nossas vidas. Mas não: o que aconteceu foi que Leonardo DiCaprio foi considerado como um dos melhores atores do anopara o Sindicato de Atores norte-americanos, e isso significa que pode estar na corrida para os Óscares da Academia.

 

Finalmente, grita a internet! Tudo graças ao seu papel no por estrear The Revenant: O Renascido. 

Existe todo um movimento de apoio para que DiCaprio seja agraciado pela Academia, que eu apoio a 100%. Se há pessoa que já deu mostras de versatilidade sem perder qualidade é DiCaprio, e se bem que a qualidade nem sempre se mede pelos prémios, já custa não ver o reconhecimento.

 

Todos dizem que O Renascido é o papel que faltava para mostrar as suas capacidades de ator. O trailer em si é fortíssimo, e mostra uma história de sobrevivência que leva o espírito humano ao limite. É um dos filmes que está na minha lista no momento em que estiver disponivel em Portugal. 

 

E sabendo que os SAG Awards estão a considerar a sua interpretação, só mostra como é mesmo um must see. 

 

Gosto dos SAG porque são atores a votar nos seus pares. Excluímos os interesses políticos e económicos e deixamos as interpretações falar mais alto - que são o mais importante. 

 

Este ano parece ser previsível: a DiCaprio junta-se Johnny Depp por Black Mass, Eddie Redmayne graças a A Rapariga Dinamarquesa (outro da lista), Bryan Cranston (Trumbo) e Michael Fassbender, pela sua sua versão de Steve Jobs. 

 

No camo ceminino talvez existam mais surresas: há Cate Blanchett, Brie  Larson, Helen Mirren, Saoirse Ronan e Sarah Silverman, isto para papéis protagonistas. 

 

Muitos consideram que estas são as nomeações que vão mais tarde influenciar aa Academia norte-americana. E se assim for, qualquer um destes atores pode ter esperança.

 

Ouviste, Leonardo? Pode ser que seja desta...

Banda sonora de uma vida II

08.12.15 | Maria Juana

Fui (finalmente) ver 007 Spectre. 

 

Esperei o meu tempo, mas mesmo assim não me livrei de uma sala cheia, com sons de pipocas a serem mastigadas, um ou outro smartphone a tocar, e muitas constipações pelo meio. 

 

E se o filme me deixou dividida (com opinião a chegar em breve), há uma coisa que me deixa sempre expectante: como os créditos incorporam a música oficial do filme. Faz tanto parte do filme como a presença de James Bond, e esta tem um gosto especial, não fosse eu fã de Sam Smith.

 

007 significa, também, uma música sem igual que, tanto quanto o trailer, nos deixa ter um pequeno vislumbre de como será o filme. 

 

Tanto como os atores ou as histórias, a banda sonora de 007 é um clássico. E não falo do início enquanto ele dispara naquela introdução já histórica. Não, falo mesmo das canções originais, que qualquer artista pega e torna parte da identidade de cada filme. Houve Shirley Bassey, Duran Duran, Tina Turner, um Jack White com Alicia Keys, e claro, Adele. 

Houve quem achasse que Sam Smith não estava pronto para tal legado, e que não esteve à altura. Que Writing's On the Wall não transpirava Bond. 

 

Que transpira ou não, não sei. Mas agora faz parte da sua identidade, numa altura em que Bond reflete sobre a sua. 

 

Isso é mau? Não acho. O que sei é que 007 sem banda sonora original não é 007, e esta é tão boa como qualquer outra. 

É um pássaro? É um avião? Não, é um… Morcego

06.12.15 | Maria Juana

(Eu prometo que não vou falar só de super-heróis e ficção científica.. Mas calha que esta semana, este foi o pedacinho que me deixou a ansiar por 2016 como se não houvesse amanhã.)

 

Foi uma semana agitada para os fãs de Super-Homem e Batman: em pouco tempo, foi lançado um teaser, e um novo trailer que nos fez ver um pouco mais que isto será um batalha… Interessante.

 

 

Aqui há de tudo. Há Clark Kent, Ben Affleck e um novíssimo Batman, há Lex Luthor e até um pouquinho da Mulher Maravilha.

 

O que me faz pensar em três coisas:

  1. Ben Affleck, a ti te escrevo: ok, já mostraste que, de alguma forma, conquistaste o mundo dos morcegos. Tens ao teu lado um Albert épico (all hail Jeremy Irons), mas olha que as expectativas estão mais do que elevadas. Tu tem cuidado com o que fazes…
  2. Portanto, vamos ter um Lex Luthor a la Gene Hackman. O que não é mau. A verdade é que Kevin Spacey pegou na parte psicopata e estranha de Luthor, mas ele é louco, e um louco é preciso mostrar.
  3. Finalmente temos uma mulher! A feminista em mim precisa que este mundo repleto de testerona ganhe um pequeno toque feminino, e que não seja apenas secundário. Sim, a Viúva Negra brilha como qualquer um dos Vingadores, mas não pode ter nos seus ombros a pressão de representar toda uma aula feminina.

 

Tenho um fraquinho pelo Super-Homem desde que me lembro de o ver na TV. Foi amor à primeira vista, que trago comigo sempre que há algo de novo a surgir. Em Homem de Aço, o lado emocional pegou em mim - com menos uma ou outra explosão, talvez com um terço da cidade ainda de pé, tinha sido um regresso merecido.

 

Quero muito ver este confronto. Mais do que o Super-Homem, quero ver como é que Hollywood se comporta com algo do género. Isto não é um Vingadores: é uma batalha entre dois seres super, e é assim que tem de ser encarado.

 

Aqui vos espero.

Procura-se jovem Han Solo perdido na galáxia

03.12.15 | Maria Juana
Ainda não estreou o novo filme de Star Wars, e já todo o Universo de George Lucas está ao rubro! O mais recente põe Han Solo no centro de mesa: parece que alguém está à procura de um jovem ator que possa interpretar a personagens uns quantos anos mais nova, num spin-off da saga. 
Ou seja, alguém quer contar a história nunca contada de Solo.
Não me espanta. O universo de Star Wars sempre foi mais explorado além dos filmes: existem livros com possíveis sequelas, videojogos, bandas desenhadas que aproveitam o Império para contar as aventuras de outras personagens. Quererem fazer o mesmo para alguém tão querido quanto Han Solo faz até sentido. 
E a verdade é que se matam dois coelhos de uma só vez (cajadada é uma palavra tão estranha...): dá-se a conhecer o passado desconhecido de Solo, enquanto se aproveita o quase certo fluxo de lucros que este filme trará. 
Levanta-se então a questao: quem terá a capacidade para andar nos sapatos usados de Harrison Ford? 
Segundo o The Guardian, mais de 2.500 rapazes já tentaram a sua sorte. Mas as preferências foram escolhidas: Aaron Taylor-Johnson, Dave Franco, Ansel Elgort, Logan Lerman, Jack Reynor, Miles Teller... 
Tudo rapazes jovens, já um pouco conhecidos, e que a Disney acredita que podem vir a ser bons atores. E mesmo que todos estes nomes já tenha sido adiantados, eu acredito que nenhum deles será o escolhido. Possivelmente, será um ator meio desconhecido, que talvez tenha estado no meio independente, ou que a Disney escolha de propósito para este papel - mesmo que digam que querem uma jovem promessa. 
Se o fizerem, até que faz sentido... Sim, o Ford conseguiu ser Han Solo e Indiana Jones ao mesmo tempo, mas se queremos fazer de um jovem Solo, será bom ter uma cara relativamente nova, que nos faça ver na sua pele a personagem que tão bem conhecemos.
Não faço prognósticos, mas fico ansiosamente à espera pelo anúncio oficial. Como o filme só estreia lá para 2018 (com realização de Phil Lord and Chris Miller, de O Filme Lego), deve demorar até acontecer...

Aquelas coisas inexplicáveis em Hollywood

01.12.15 | Maria Juana

Andam aí uns rumores que dizem que, não só vai existir um reboot de A Múmia, como será protagonizado por Tom Cruise. Digo que são rumores porque parte de mim não quer acreditar, e a outra acha apenas que se trata de uma partida de mau gosto de uma mente perversa.

 

Em condições normais, acho que reboots, remakes e cenas carregas de res são para serem tomadas com muita cautela; existe uma história, uma ligação emocional que existe com os personagens, atores e cada pedaço de história. E já nem falo daquela falta de criatividade que parece estar por detrás de tudo isto.

 

Mas existem ocasiões em que lhes dou um certo valor. Já falei aqui de Star Wars e da minha vontade de ver esta nova trilogia, e algumas novas tentativas dou a mão à palmatória: são, efetivamente, boas.

 

 

Neste caso, não vou por aí. Tom Cruise? Queremos mesmo pôr o Tom Cruise a combater uma maldição egípcia? Já nos esquecemos que a última vez que mexeram nesta série épica que fez toda uma geração gostar de História do Egito, fizeram uma valente... Vá, pequena bosta??

 

Penso que sim, que se tenham esquecido. E agora, lá para 2017, repetem a proeza… Com o Tom Cruise.

 

Confesso que tenho um problema com o Cruise. Adormeço nas mais recentes Missão Impossível, e há muito que não consigo pensar num filme do senhor sem revirar os olhos. Há um ou outro que não me faz comichão e que gosto até verdadeiramente, mas neste caso específico está a causar-me uma certa urticária.

Porque Múmia é Brendan Fraser e Rachel Weisz. É maldições, regressos ao passado, magia, demónios, humor. Chamem-me purista, sem visão ou inflexível, mas Múmia é até um The Rock a fazer uma participação especial.

 

E custa-me ver que há quem queria adicionar um Cruise e um tempo contemporâneo. É como pôr um arroz doce a saber a morango - inconcebível. Veremos.

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