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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

Uma parte mais que certa

Existem questões, muito queridas ao meu coração, em que imparcialidade não é comigo. Admito: não sou imparcial quando os meus gostos são o foco de atenção. Não, não me torno selvagem em discussões acesas sobre se o Android é melhor do que iOS, mas a minha argumentação em certos tópicos de discussão roça a idiotice. Apenas é. Juro que já tentei parar, mas não consigo.
 

Com o David Fincher acontece muito isso. Se me apresentarem um videoclipe manhoso realizado por ele (e deve haver; quer dizer, ele realizou vídeos dos Aerosmith!), eu vou gostar, e vou dizer que é ótimo! São coisas da vida. É como gostar do trabalho do Tom Hanks, mesmo que a maioria me diga que a vida não é, de todo, como uma caixa de chocolates (se bem que eu gostava que fosse. Sou gulosa). 

 

Talvez seja porque ele realizou um dos meus filmes preferidos de todos os tempos (para os que não sabem, Fight Club). Ou pura e simplesmente é porque ele é muita bom. E digo-o com toda a imparcialidade deste mundo!

 

Cheguei cerca de cinco minutos atrasada à sessão do Gone Girl, que fui ver com as expetativas demasiado elevadas. Quando cheguei, o Ben Affleck já estava a engatar a Rosamund Pike, com o seu estilo american boy encantador.
Pareceu-me um bom presságio, não me perguntei porquê. Quando cheguei ao intervalo (que se tivesse sido posto cinco minutos mais cedo parecia que tinha sido pensado pelo Fincher himself), já não tinha palavras para aquilo que estava a ver.
 
Dizer que gostei não chega nem perto. Dizer que amei é apenas pouco. Digamos que fiquei apenas rendida, para não estar a entrar em exageros mais complicados. 
 
E se há coisa que eu gosto neste mundo, é quando saio da sala de cinema e me permito pensar "Fodasse, esta merda é mesmo boa!" (eu digo muitas asneiras. Desculpem qualquer coisa). 
 
E, caros leitores, é mesmo.