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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

Regresso às origens

Volta não volta, dá esta vontade de voltar às origens. Acho que já cheguei a essa conclusão, e fiz com que toda a gente ficasse a saber que, lá está, volta não volta fico com esta coisa de começar a escrever como se não houvesse amanhã. 
 
Estou na parte do voltar. 
 
Tanta notícia e novidade tem preenchdido o meu dia (cinematograficamente falando, a minha vida não é assim tão excitante), que a vontade pegou, e pegou forte. Será desta? Já tanta vez me fiz a pergunta que já não estou preocupada em responder.
 
Mas a verdade é mesmo essa: há demasiada coisa boa a acontecer no mundo do Cinema. Há os 30 anos do Regresso ao Futuro, o Mundo Jurássico como o terceiro filme com mais receita de sempre, filmes de animação que encantam gente crescida... Há magia!
 
Desanimada como ando de encontrar cada vez mais super e menos heróis, a verdade é que até o Batman e o Super Homem me estão aqui a deixar de água na boca! Mas sou suspeita: sou o tipo de pessoa que tem a edição de colecionador com todos os filmes do Super Homem até ao Homem de Aço, incluindo documentários e versões alternativas. Também tenho um fato de banho do Super Homem. Não, não é só isto, mas continuo a achar que não existe nada de errado nisso.
 
O Super Homem sempre foi o meu superherói preferido. Foi graças a ele e à Lois Lane que achei que a profissão de jornalista era para mim, e que me fez tirar um curso para tal. Acabei por escrever sobre filmes, tecnologia, ciência, espaço... Não tanto crimes, mas acho que hoje prefiro assim. 
 
Não preciso de andar numa correria para perceber que aquilo que via na Lois Lane era, na verdade, o gosto por aquilo que fazia; a determinação em chegar mais longe, em ser a melhor e dar sempre o máximo por cada história. Posso não ser tão determinada, mas gostava de ter um pedaço apenas da sua energia.
 
Até apenas a energia para pegar novamente no espaço a que destino a minha paixão, e deixá-la fluir. Sabe bem, é terapêutico, e faz falta como o caraças! 
 
Regressemos então.