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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

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Deadpool estreou agora... E já tem sequela confirmada

A poeira ainda nem assentou, mas a notícia tem corrido a internet nos últimos dias: a sequela de Deadpool está confirmada, e os estúdios já estão a trabalhar nela!

 

O que é que isto significa? Que mesmo ainda sem resultados de bilheteira, a 20th Century Fox tem tanta fé que seja um sucesso, que pediu aos argumentistas Rhett Reese e Paul Wernick para começarem a escrever o próximo argumento.

 

 

Por norma, as sequelas só são confirmadas quando os resultados em bilheteira são tão bons que os estúdios podem correr o risco de produzir mais um filme com as mesmas personagens. Mas Deadpool só estreou esta quinta-feira... Será assim tão seguro?

 

A Coming Soon diz que a 20th Century Fox espera receitas na volta dos 65 milhões de dólares no fim de semana de abertura. E eu digo que é bem capaz de conseguir.

 

Deadpool é o super-herói que todos queremos ver. No meio de tantos heróis, collants e fatos de látex, o Deadpool é a lufada de ar fresco que Hollywood (e as nossas salas de cinema) têm vindo a precisar. Nos últimos meses temos sido bombardeados com pósteres, vídeos, páginas e pequenos extras que nos fazem ter a certeza que não queremos perder este filme.

 

É a diferença de que todos estávamos à espera. O anti-herói que não tem papas na língua, e que não precisa de ser politicamente correto para salvar o mundo... E os seus interesses.

 

A febre das sequelas é que me assusta. Deadpool tem tudo para ser um filme que nos vai fazer bradar aos céus de tão bom...  Mesmo assim, não parece ser suficientemente bom para que seja novamente esmifrado, e quiçá arruinado com um follow up forçado e que não faz sentido.

 

No próximo post é possível que venha dar a minha opinião formal sobre o filme, a que entretanto vou assistir no cinema. E talvez aí ache que vale a pena uma sequela.

 

Até lá, fico-me pelo: mas havia mesmo necessidade? *ler com sotaque de Herman José na pele de Diácono Remédios*

 

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