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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

Banda sonora de uma vida II

Fui (finalmente) ver 007 Spectre. 

 

Esperei o meu tempo, mas mesmo assim não me livrei de uma sala cheia, com sons de pipocas a serem mastigadas, um ou outro smartphone a tocar, e muitas constipações pelo meio. 

 

E se o filme me deixou dividida (com opinião a chegar em breve), há uma coisa que me deixa sempre expectante: como os créditos incorporam a música oficial do filme. Faz tanto parte do filme como a presença de James Bond, e esta tem um gosto especial, não fosse eu fã de Sam Smith.

 

007 significa, também, uma música sem igual que, tanto quanto o trailer, nos deixa ter um pequeno vislumbre de como será o filme. 

 

Tanto como os atores ou as histórias, a banda sonora de 007 é um clássico. E não falo do início enquanto ele dispara naquela introdução já histórica. Não, falo mesmo das canções originais, que qualquer artista pega e torna parte da identidade de cada filme. Houve Shirley Bassey, Duran Duran, Tina Turner, um Jack White com Alicia Keys, e claro, Adele. 

Houve quem achasse que Sam Smith não estava pronto para tal legado, e que não esteve à altura. Que Writing's On the Wall não transpirava Bond. 

 

Que transpira ou não, não sei. Mas agora faz parte da sua identidade, numa altura em que Bond reflete sobre a sua. 

 

Isso é mau? Não acho. O que sei é que 007 sem banda sonora original não é 007, e esta é tão boa como qualquer outra.