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Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

As aventuras e desventuras de uma miúda que se alimenta de histórias cinematográficas.

Fui ao Cinema... E não comi pipocas!

5 filmes do universo Marvel que nos fazem acreditar em super-heróis

Não há como não admitir: eu sou fã de super-heróis. A sério, gosto mesmo. Gosto daquele seu altruismo de quererem salvar o mundo, dos seus poderes, da forma como a sua vida pessoal é sempre uma bagunça à pala do seu heroísmo... Não há nada mais simples e pipoca de ver do que um filme de super-heróis.

 

Apesar de existirem há anos (sabiam que os X-Men são da Marvel, certo? E que o primeiro filme saiu há 17 anos, certo?), foi só com a estreia de Homem de Ferro, em 2008, que a Marvel percebeu que talvez aqui estivesse uma mina de ouro. A partir de então, não houve herói, ou conjunto de heróis, que não tivesse o seu minuto de fama no cinema.

 

Hoje estreia um outro exemplo disso mesmo: Guardiões da Galaxia Vol.2. Já que estamos em dia de estreia, e se aproxima o aniversário do primeiro filme deste renovado Marvel Cinematic Universe (aquele universo em que todas as personagens se cruzam, e todos são amigos), vamos recordar 5 dos filmes que nos fizeram apaixonar por cada um deles.

 

Guess what? É um lista cheia de primeiros...

 

 

O Homem de Ferro (2008)

 

 

Foi a 1 de maio que estreou em Portugal o filme que, não só ia pôr a Marvel na ribalta, como ia fazer com que todos se esquecem dos problemas de álcool e drogas de Robert Downey Jr. E ainda bem, porque é Downey Jr. Um dos grandes responsáveis pelo sucesso deste filme. Atualmente, é impossível imaginarmos um outro ator; o seu cunho é tão grande, e tão pessoal, que lhe assenta como uma luva. Sobretudo aqui, quando não havia promessas de 30 filmes a esgotarem a nossa paciência. Foi ouro!

 

Os Vingadores (2012)

 

 

 

A partir daqui, não havia volta a dar: a Marvel tinha criado um império! Já conheciamos grande parte dos heróis, todos eles com a sua personalidade tão distinta e pessoal. Em Os Vingadores, foi a nossa oportunidade de vê-los todos juntos, e de vermos como interagiam essas personalidades. Foi bom, e uma ótima introdução ao universo. No fundo, é aqui que acontece a magia. Tinhamos a ação, o humor, aqueles truques de que tanto gostamos. Se correu bem depois daí? Bem, nem sempre...

 

Guardiões da Galáxia (2014)

 

 

E ei-lo: depois de alguns anos e alguns filmes que nos deixaram mais desanimados por serem tão formatados e iguais, chega-nos um dos filmes mais frescos, positivos e cheios de cor da altura. Para mim, Guardiões da Galáxia foi o filme que me fez acreditar nos super-heróis – talvez pelo facto de, na verdade, nenhum deles ser um herói. O filme, mais do que bem construído e realizado, tem um equilibrio espantoso entre a ação, a história e os momentos mais “humanos”. Além disso, as suas personagens são também muito complexas e, ao mesmo tempo, muito chamativas, o que faz toda a diferença. Continua a ser um dos meus preferidos do Universo, e quero ver muito ver a sequela. Esperem a opinião para breve!

 

Capitão América – Guerra Civil (2016)

 

 

Eu sempre gostei dos filmes a solo do Capitão América. Apesar de ser, de longe, um dos meus heróis preferidos do Universo Marvel, sempre achei que os seus filmes conseguiram ser bem construídos e conduzidos. Para mim, Guerra Civil conseguiu ser a apoteose disso mesmo. Primeiro porque nos distanciamos um pouco da ideia de “ahhh e tal, somos heróis, temos de salvar o mundo a todo o custo,” e vemos um lado mais real e humano de cada um deles (sobretudo de Steve Rogers e Tony Stark). Depois, porque não passam o filme a destruir edifícios ou a correr atrás de cenas. Ainda bem!

 

Doutor Estranho (2016)

 

 

Eis que, no momento em que tinha perdido a esperança de vir a gostar mesmo, mas mesmo, de um filme Marvel depois de Guardiões da Galáxia, chega Doutor Estranho. Será que Benedict Cumberbatch teve alguma coisa a ver com isso? Talvez, mas a verdade é que fui com expectativas baixas para este filme e saí muto satisfeita. Aqui, deixaram de lado a formatação e fórmulas que usaram nos filmes anteriores; o argumento era fresco, e a história de Strange era do que de facto importava, não tanto o seu papel na luta contra o mal. Foi uma direção de que gostei muito, mais negra, que me fez querer ver e conhecer mais sobre Strange e o rumo que ela depois disto.

 

O que nos espera, só a Marvel é que sabe. Existem estreias agendadas até 2020, e alguns dos filmes, como o regresso do Homem-Aranha, a introdução do Pantera Negra e a presença da primeira grande super-heroína a solo, a Captain Marvel, já fazem correr tinta. Principalmente este ultimo está a deixar-me muito curiosa!

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